Comunidades de Energia ativas da Greenvolt ultrapassam 30MW e deverão atingir 50MW ainda em 2025

16 de Julho 2025

As mais de 70 comunidades de energia em operação da Greenvolt Comunidades superam os 30 MW de capacidade de produção instalada.
A meta da Greenvolt Comunidades é atingir 50 MW em funcionamento ainda em 2025.
Portugal destaca-se como um dos países europeus mais avançados na implementação de comunidades de energia.

A Greenvolt Comunidades, empresa do Grupo Greenvolt líder em soluções de autoconsumo coletivo, atingiu os 30 MW de capacidade de produção instalada em funcionamento, com mais de 70 comunidades de Norte a Sul do País.

Entre as comunidades já em operação destacam-se projetos desenvolvidos em setores como indústria, educação, setor social, desporto, hotelaria e imobiliário, distribuídos por todo o país, com mais de metade da capacidade localizada a Sul (18 MW), seguindo-se o Norte com 8 MW e o Centro com 4 MW.

Entre as empresas e instituições que fazem parte destas comunidades incluem-se nomes como o Grupo Amorim, Grupo Super Bock, Grupo Vanguard Properties, Longa Vida, Parmalat, Sugal, Futebol Clube do Porto, Colégios Maristas, União das Misericórdias de Portugal, Belenenses, Fundação Champalimaud, Universidade Egas Moniz, Grupo Ensinus, entre muitos outros.

O modelo de comunidades da Greenvolt permite que um produtor de energia renovável — como uma organização, empresa ou instituição — partilhe o excedente com consumidores locais, sejam empresas ou famílias. Este modelo pode também assumir uma vertente de Comunidades Inclusivas, abrangendo famílias em situação de vulnerabilidade, que beneficiam de energia a preços significativamente reduzidos, como acontece na comunidade da creche de Bicesse, em Cascais.

Além dos projetos já em operação e a garantir a geração e a partilha de energia limpa, a Greenvolt Comunidades tem em desenvolvimento, em diversas fases, 160 projetos que correspondem a 60 MW de capacidade.

“Quando decidimos criar a Greenvolt Comunidades e desenvolver projetos de autoconsumo coletivo em Portugal estávamos convictos da recetividade do mercado. Alcançar os 30 MW em funcionamento e, sobretudo, já perspetivar 50 MW até ao final do ano, comprovam a relevância do nosso modelo, a sua escalabilidade e o contributo efetivo para a descarbonização do nosso país”, afirma João Manso Neto, CEO do Grupo Greenvolt.

“É ainda importante realçar que Portugal é um verdadeiro exemplo europeu na implementação de comunidades de energia, sendo a sua legislação e modelo fonte de inspiração para outros países que estão agora a dar os primeiros passos”, adianta aquele responsável.

“Estamos obviamente satisfeitos por alcançar o marco dos 30 MW de capacidade instalada e por contribuir para que cada vez mais empresas e famílias tenham acesso a energia limpa e mais barata. Produzir e partilhar energia renovável com a comunidade, de forma a que todos os envolvidos retirem vantagens financeiras e ambientais, é um contributo claro para envolver todos na transição energética e acreditamos de cada vez mais este modelo se consolidará em Portugal e na Europa”, afirma José Queirós de Almeida, CEO da Greenvolt Comunidades.

Portugal tem vindo a afirmar-se como referência europeia no desenvolvimento de comunidades de energia, beneficiando de um enquadramento legislativo favorável, que tem servido de inspiração para vários estados membro e para a própria Comissão Europeia. Este ambiente regulatório tem sido fundamental para a emergência de soluções de partilha de energia entre produtores e consumidores.

A importância destas soluções é também sublinhada pelas metas do Plano Nacional de Energia e Clima 2030, que prevêem 5,7 GW de produção solar descentralizada até ao final da década, um dos pilares para alcançar os 85% de eletricidade renovável em Portugal até 2030. As comunidades de energia representam uma parte importante para esse objetivo.

A Greenvolt Comunidades resulta da decisão estratégica do Grupo Greenvolt em apostar na promoção de soluções para autoconsumo coletivo, promovendo a instalação e partilha de energia pela comunidade envolvente a partir de um produtor âncora.

Ricardo Cardoso

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